Clique para falar via WhatsApp

Clique para fale pelo Skype

Clique para falar com um corretor

Clique para acessar nosso Instagram

Clique para acessar nosso canal no Youtube

Não está com tempo de ler? Ouça este conteúdo.

Quem nunca ouviu falar que a primeira impressão é a que fica? Pode ser clichê, mas essa é uma verdade que nunca pode ser esquecida no mundo empresarial, onde o primeiro contato com o cliente pode significar o sucesso ou o fracasso de uma negociação. Se o imóvel não estiver adequado ao negócio, é hora de pensar em uma reforma.

Para ajudar, neste artigo você verá 8 dicas para isso.

1. Planeje todos os detalhes do ponto comercial com antecedência

Para reformar uma casa, é preciso saber as necessidades da família que reside ali, certo? Algo similar deve ocorrer com um imóvel comercial: reformar um imóvel comercial pede atenção às demandas do negócio, pois as modificações devem ser realizadas para atendê-las.

Nesse sentido, é preciso detalhar ao máximo quais rotinas serão cumpridas, desde aquelas voltadas para o atendimento aos clientes, até as administrativas e de estocagem de produtos e de insumos necessários ao funcionamento da empresa.

A partir desse detalhamento preliminar, procure prever quais são as melhores soluções, que possam colocar os ambientes em conformidade com as funções. Para tanto, é claro, você deve considerar o ramo de atividade e as tarefas rotineiras da empresa, assim como as necessidades dos clientes.

Por exemplo, um ponto que servirá a um restaurante grande precisará contar com instalações sanitárias para os clientes, que devem ser independentes do vestiário para os funcionários. Por outro lado, se o estabelecimento for uma loja de sapatos, que não exige a presença de toaletes abertos ao público ou de vestiários, precisa de uma instalação voltada para as pessoas que trabalham no local.

2. Tenha atenção para contratar a equipe correta

O tipo de mão de obra da reforma também é muito importante, considerando a experiência de cada profissional. É muito útil que, antes da contratação, seja feito um levantamento sobre os tipos de obras que já foram realizadas pelos candidatos. Assim, é possível comprovar se eles têm as habilidades necessárias previstas para o imóvel.

Usando o exemplo anterior, a contratação de um bombeiro hidráulico com experiência em grandes instalações é muito mais útil para o restaurante, que precisa de um grande banheiro e de um vestiário, do que seria para a loja de sapatos. Por outro lado, profissionais com experiência em iluminação de vitrines serão muito mais úteis ao projeto da sapataria do que a um restaurante.

3. Contrate um projetista e um gestor especializados

Não basta ter a melhor equipe se você não souber por onde começar a obra e por onde deve seguir! Sendo assim, para obter o melhor resultado com o investimento e acertar na hora de definir as modificações, contrate um profissional especializado em elaborar projetos específicos para o seu segmento.

Também é importante contar com um profissional com a capacitação adequada para gerenciar a obra. Por mais que abrir mão de um gestor possa parecer uma maneira de economizar, essa decisão pode acarretar em despesas maiores no andamento da obra. Por exemplo: caso alguma tarefa seja mal executada e precise ser refeita ou mesmo se houver desperdício de material.

Nesse caso, considere a contratação de um arquiteto ou engenheiro civil e de um profissional de decoração, pois eles são aptos a planejar os custos reais do projeto de reforma. Vale ressaltar que geralmente esses profissionais já têm uma relação de operários e de prestadores de serviços que serão utilizados durante a reforma, o que facilita bastante.

4. Acompanhe tudo de perto

Os profissionais contratados para projetar a obra e tocá-la devem ser de confiança, o que não significa que toda a responsabilidade de contratação da mão de obra deva ficar por conta deles. Se por um lado, nada impede que você aceite as indicações que eles fazem, por outro, é importante se certificar de que os custos que estão sendo cobrados estão corretos.

Ou seja, sempre que o empreiteiro indicar um profissional qualquer, procure outros orçamentos para o mesmo tipo de serviço e com a mesma qualidade. Caso o preço esteja fora do praticado no mercado, não tenha constrangimento em contratar outro prestador.

5. Estabeleça um cronograma

Como tudo na vida, uma obra deve ter data para começar e para acabar, sobretudo porque a atividade da empresa não pode ser iniciada, retomada ou voltar à normalidade enquanto a reforma não terminar.

Diante disso, dedique algum tempo para discutir com o empreiteiro um cronograma realista, que estabeleça prazos bem definidos para que todas as etapas sejam cumpridas. Tente deixar bem claro quais tarefas podem ser realizadas paralelamente e quais dependem da conclusão de outras para serem iniciadas, o que permite aumentar a agilidade da obra.

Imprevistos e atrasos acontecem, então, não deixe de considerá-los. Coloque um limite plausível para que a obra não se arraste muito, o que pode resultar em sérios prejuízos. Também tenha em mente que, enquanto determinada tarefa está parada por qualquer que seja o motivo, talvez outras possam ser adiantadas, a partir da realocação da mão de obra.

6. Conheça a legislação para ponto comercial

As atividades comerciais devem seguir orientações diversas, que variam de acordo com o ramo de atividade, e outras que são aplicáveis a todos os estabelecimentos. A maior parte delas está vinculada ao município onde a empresa funciona e trata as características construtivas que devem ser seguidas. Sem elas, o alvará de funcionamento não pode ser emitido.

Por exemplo, há municípios que restringem o uso de calçadas, enquanto outros impedem que grandes extensões do meio-fio sejam rebaixadas para rampas de acesso de veículos. Há também orientações sobre acessibilidade de portadores de necessidades especiais, aquelas relativas à circulação de ar, entre tantas outras. Portanto, antes de elaborar o projeto procure saber quais são as orientações dos órgãos reguladores do município.

Caso o imóvel se destine a alguma atividade especial, verifique se não há orientação específica por parte do estado onde a empresa se encontra instalada, ou mesmo da União. Por exemplo, estabelecimentos que comercializam determinados tipos de produtos químicos ou explosivos devem seguir normas técnicas rígidas, inclusive para atender a determinações federais, e a reforma deve ser feita de acordo com elas.

7. Esteja atento à instalação elétrica

A maioria dos estabelecimentos comerciais exige bastante dos circuitos elétricos do imóvel. Além da área administrativa, em que funcionam computadores, impressoras, bebedouros e outras máquinas, há também a área de atendimento ao cliente, que exige uma iluminação especial e, muitas vezes, a instalação de equipamentos.

Um restaurante, por exemplo, conta com a área de estocagem de produtos, onde funcionam os congeladores, as geladeiras e os aparelhos da cozinha. Há ainda o ar-condicionado para todo o imóvel, placas de fachada e uma série de outros recursos que consomem energia elétrica.

Portanto, para garantir que tudo funcione a contento e com segurança, contrate um eletricista capacitado.

8. Esteja preparado para gastar mais do que o planejado

Por melhor que seja o planejamento e por mais preciso que seja o projeto, sempre existe a possibilidade de o investimento sair mais caro do que o previsto originalmente. Pode ser que os materiais subam de preço ou que não sejam suficientes para realizar o que foi projetado. Ainda, é possível que alguma alteração não prevista originalmente surja como necessária ou como oportuna.

Portanto, reserve algo em torno de 10% para cobrir os gastos não previstos originalmente.

Se você tem alguma experiência com reformas de ponto comercial ou se ficou alguma duvida, compartilhe deixando o seu comentário!


Rua Professor Augusto Ruschi, Nº 3233, Esquina com Av. Luciano das Neves, Praia de Itaparica, Vila Velha - ESCEP 29102-065
Rua Henrique Moscoso, Nº 717, Ed. Vila Velha Center, Praia da Costa, Vila Velha - ESCEP 29100-021